domingo, 22 de abril de 2012

Eu Sempre Tento...

Eu quero o pouco; o que nem se faz conta!
Margeio as modéstias da vida para aprender a me desprender...
Se vejo a fome alheia, me compadeço; e divido do pão que me resta para ver viver os olhos do estranho.
Não há perfeição, ou tentativas do consolo da moralidade comum, mas a contemplação das misérias compartilhadas, ainda que involuntárias; onde o homem se tornou o mal de si para outrem!
Dou-te um abraço, e este não é somente para que te aqueça, mas, para lhe enternecer a alma endurecida!
Afago os cabelos que o vento revoltou, e os afasto dos olhos para que contemple minha tão pouca sinceridade.
Sou ainda tão falho!
Uma humildade que luta pelo direito de seu nome!
Um coração que bate, e falha os descompassos envergonhados de quem não mente...
Ao menos, para si!

Anderson Dias Cardoso.
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