domingo, 23 de janeiro de 2011

A fuga.

O que se querer?
Amores que passam sejam eternos?
Felicidade, excessão da vida seja regra?
Dores anestesiadas; sofrimentos suprimidos?
Carne de bronze,coração de aço!
Cale o mundo dissonante, pare o tempo, deporte o medo e me crie uma nova vida;
De ouvidos surdos à mentira e olhos esquecidos da maldade!
Coração de carne, corpo de luz!
Ser completo e doador, reconhecendo e ofertando amor que morre a cada dia em outras vidas.
Modelo de Deus!
Perdoa a insolência!!!Não almejo trono, sou apenas verme!
Pequeno enlouquecido pelas intempéries, crueldades, e vazios existenciais...
Corpo ferido, coração vazio...

Anderson Dias Cardoso. 

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